quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Câmara escura


A câmara escura é um aparelho óptico. O seu desenvolvimento no século XIX conduziu a fotografia. A câmara é compartimentos escuros com um pequeno orifício. No século XVII passou a ser utilizado um sistema óptico para melhorar a qualidade de imagem tendo assim passado a designar-se por câmara óptica ou câmara fotográfica.




No século XIX os primeiros aparelhos em mente de Niepce, Talbot e Daguerre eram construídos segundo a câmara escura. Estas consistiam em duas caixas rectangulares de madeira que corriam uma na outra para focagem de imagem.











sábado, 6 de fevereiro de 2010

Câmara escura: Químicos





Louis Daguerre foi o inventor da câmara escura, este descobriu alguns materiais químicos para a impressão da fotografia e das imagens. Os primeiros químicos que este utilizou para a impressão foram: a prata e o iodeto de prata. Mais tarde começou a utilizar outros químicos que foram: o cobre e o iodeto de prata. A diferença entre estes tipos de químicos é que nos primeiros que este utilizou não havia sinal de imagem, nos segundos químicos já tinha a “ imagem”, já aprecia melhor a imagem.



Imagem impressa com a utilização destes químicos

A câmara escura: Pinhole

Pinhole é um processo alternativo de se fazer fotografia sem a necessidade de uso de equipamentos convencionais. Esta é uma câmara que não possui lentes, tendo um pequeno furo que funciona como lente e diafragma fixa no lugar de uma objectiva.





Também conhecida como câmara estenopeica, a Pinhole é um compartimento todo fechado onde não existe luz, ou seja uma câmara escura com um pequeno orifício. Esta apresenta uma profundidade de campo quase infinita, tem um foco suave.






Par se fazer uma pinhole basta termos o material necessário, que pode ser uma simples caixa de sapatos, lata de leite em pó. Para fazermos temos que obedecer a algumas regras:

  • Escolher uma caixa que vede bem o seu interior;
  • Transforma-la em câmara escura;
  • Com tinta preta deve-se pintar o interior da caixa e sua tampa;
  • Com uma agulha furar um pequeno buraco em uma das laterais da caixa;
Pinhole é o nome dado a técnica que vai permitir que o fenómeno fotográfico se dê em um ambiente sem a presença de lentes. Um simples furo permite a formação da imagem em espaços vedados da luz.

Câmara escura: a sensibilidade dos materiais sensiveis

Louis Daguerre


Louis Daguerre é um inventor Francês. Também foi pintor, inventor, cenógrafo e químico. Este foi o primeiro inventor a conseguir a imagem fixa pela acção directa da luz.






Fotografia tirada com a câmara escura


Em 1835 Louis Daguerre teve uma descoberta muito importante, apanhou uma placa revestida de prata sensibilizada com iodeto de prata, este fez experiências eliminando todos os produtos que possuía, descobrindo assim que a imagem latente tinha sido eliminada por acção do mercúrio. Estes são os materiais sensíveis.







Em 1837 este verificou que a imagem formada na chapa, depois de revelada continuava sensível a luz, assim tentou arranjar soluções e acabou por conseguir. A sua maneira de resolver o problema foi mergulhar as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha um poder fixador obtendo assim uma imagem inalterável.


Mais tarde começou a utilizar outros materiais que foram chapas de cobre sensibilizadas com prata e tratadas com iodo.

Também usava essa placa ( chapa) de cobre como suporte e uma fina camada de prata.



A câmara escura: Imagem Estenopeica (invertida)






A imagem estenopeica(invertida) é realizada com estenopo.
Com um pequeno furo responsável pela intercepção do trajecto da luz reflectida por um qualquer objecto, assim resulta na formação de uma imagem invertida sobre uma superficie que se lhe opõe.

Para muitas pessoas esta imagem é uma técnica fotográfica ignorada ou enigmática.





O objecto essencial desta imagem é uma câmara pinhole, ou seja, uma máquina fotográfica sem lente. Esta técnica era muito económica, simples e original. Esta consiste numa maneira de ver uma imagem real, através de uma câmara escura. De um pequeno orifício onde a luz é captada para dentro da câmara, assim sofre um movimento de inversão, a imagem é projectada para a parede oposta ao orifício ao contrário.





Módulo 4- Suportes e Ferramentas de Imagem

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Criação de imagens gráficas para um CD de música

CD de música do Tony Carreira
O Homem que sou


Para fazer o meu CD, tive que pesquisar sobre o autor que escolhi, que neste caso foi o Tony Carreira. Dele pes
quisei imagens, a sua editora e suas músicas.Neste trabalho utilizei o programa Ilustrator.

Capa e contracapa






Para fazer a capa da frente e a contracapa do meu CD, escolhi as imagens, logo de seguida utilizei a opção de escrever o texto e meti na capa da frente o nome do meu autor e o título do CD. Na contracapa meti o ano de edição. Na capa do meu CD decidi utilizar uma imagem do autor e na contracapa uma imagem que tivesse a haver com as músicas que este canta,

Capa de trás



Na capa de trás do meu álbum escolhi uma imagem que se adequava com o meu autor, inseri-a no CD e escrevi o nome das músicas do meu CD, também meti uma imagem da editora do meu autor.

CD de dentro






No CD de dentro inseri uma imagem do autor que escolhi, o nome dele, o título do CD e as músicas nele existente.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Criação de um logótipo 3D

Este trabalho foi feito com o objectivo de fazer um logótipo com o nome da disciplina e com o símbolo da escola. Neste logótipo trabalhei com o programa cinema 4D onde nele fiz um logótipo em 3D. Aprendi a meter cor, a dar-lhe volume, luminosidade e relevo entre outras.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Módulo 2- percepção visual

Percepção Cromática



Percepção é global e baseada em padrões e regras.

Princípios: Totalidade e Isomorfismo;

Regras da percepção cromática:

  • Lei do pensamento;
  • Lei da Similaridade;
  • Lei da proximidade;
  • Lei da Simetria;
  • Lei da continuidade;

Percepção Visual




Percepção é um fenómeno, pois é o ponto de contacto, a interface, entre o mundo físico e o mundo mental. A biologia explica o processo até a estimulação da luz sobre os cones e bastonetes no fundo do olho, mas não pode dizer essa estimulação leva a formação de imagens.

A visão é a percepção de raios luminosos pelo sistema visual. Esta é a forma de percepção mais estudada pela psicologia da percepção. A maioria dos princípios gerais da percepção foram desenvolvidos a partir de teorias especificamente elaboradas para a percepção visual. Todos os princípios da percepção citados acima, embora possam ser extrapolados a outras formas de percepção, fazem muito mais sentido em relação à percepção visual. Por exemplo, o princípio do fechamento é melhor compreendido em relação a imagens do que a outras formas de percepção.

Artes visuais-função e mensagem

Mensagem

Mensagem é a manifestação física da informação produzida por uma fonte de informação e que se destina a alguém. Todo o texto escrito que se envia a alguém ilustra uma mensagem, concebida como uma um conjunto organizado de signos linguísticos. A ideia de sequência ordenada é também exigida na cibernética, onde o conceito representa uma sequência simples de sinais binários.



terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Teoria Gestalt




Os órgãos são superfícies, passagens capazes de explicar alguns dos factores de explicar alguns factores, os mais propriamente sensórios da percepção, mas não são capazes de explicar porque toda a percepção adiciona algo ao percebido algo que não está lá fora, no mundo fenoménico, e que não faz parte, portante da estimulação. Nesta teoria a mente é a responsável pela tarefa em realizar a síntese, a elaboração da compreensão, do significado, tanto do que está lá fora, quando da estimulação que é produzida por efeito.


Cinco fundamentos básicos

Os cinco fundamentos básicos da Gestalt - muito usado hoje em dia em profissões como design, arquitectura são:

  • Semelhança
  • Proximidade
  • Continuidade
  • Pregnância
  • Fechamento



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Cinanima( Sinopse de um filme)

O homem da lanterna

Neste filme havia um homem que recebia mensagens telefónicas a ameaça-lo, mas num dia recebeu uma encomenda em que dentro da caixa estava uma lanterna . O homem ao ligar a lanterna virou-a para a sua cara e assim ficando com um vermelhão de um l,ado da face, ficou chateado mas continuou a testar a lanterna. De repente a policia foi a sua habitação a procura dele, como ele tinha alguma coisa a esconder fugiu levando a lanterna. Foi pedir ajuda a uma amiga mas ela recusou-se a ajuda-lo, dizendo para ir-se embora, ele não aceitou e aleijou-a deixando-a sem vida, logo depois apontou a lanterna para a rapariga desfigurando a sua cara. Também fazendo o mesmo a um seu amigo, entraram em conflito um com o outro, deixando o inconsciente. A seguir encontraram uma máquina que meteu-lhes a cara como a tinham e assim continuaram amigos.











sábado, 31 de outubro de 2009

Elementos básicos de comunicação Visual( Ponto, textura, linha e plano)

Ponto

O ponto é a unidade de comunicação visual mais simples. Quando qualquer material líquido ou duro, seja tinta ou um bastão, atinge uma superfície, assume uma forma arredondada, mesmo que esta não simule um ponto perfeito. Logo pensamos nesse elemento visual como um ponto de referência ou um indicador de espaço.


Linha

Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direcção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha. Também poderíamos definir a linha como um ponto em movimento, pois quando fazemos uma marca contínua, ou uma linha, nosso procedimento se resume a colocar um marcador de pontos, sobre uma superfície e movê-lo segundo uma determinada trajectória, de tal forma que as marcas assim formadas se convertam em registo.

Textura

A textura é o elemento visual que com frequência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tacto. Podemos apreciar e reconhecer a textura tanto por meio do tacto, quanto da visão, ou ainda pela combinação de ambos.É possível que uma textura não apresente qualidades tácteis, mas apenas ópticas, como no caso das linhas de uma página impressa, dos padrões de um determinado tecido ou dos traços super postos de um esboço.

Forma:

A linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma. Existem três formas básicas: quadrado, círculo e triângulo equilátero. Ao quadrado associam-se enfado, rectidão, esmero; Ao triângulo: acção, conflito e tensão; Ao círculo: infinitude, calidez e protecção.



Direcção:

Existe três direcções visuais básicas e significativas: o quadrado, a horizontal, vertical, triângulo, diagonal, circulo e curva.
A direcção diagonal tem referência directa com a ideia de estabilidade. É a formulação oposta, a força dir
eccional mais instável, e, consequentemente, mais provocadora das formulações visuais.



Cor

A cor é um fenómeno óptico provocado pela acção de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A cor tem maiores afinidades com as emoções. Esta tem três dimensões que podem ser definidas e medidas.


O movimento:

Um quadro, uma foto ou a estampa de um tecido podem ser estáticos, mas a quantidade de repouso que compositivamente projectam pode implicar movimento, em resposta à ênfase e à intenção que o artista teve ao concebê-los.


Ritmo:
Ritmo é o tempo que demora a repetir-se um qualquer fenómeno repetitivo, mas a palavra é normalmente usada para falar do ritmo quando associado à música, à dança, ou a parte da poesia, onde designa a variação( explicita ou implícita) da duração de sons com o tempo. Quando se rege por regras, chama-se métrica. O estudo do ritmo, entoação e intensidade do discurso chama-se prosódia e é um tópico pertencente à linguística.



Equilíbrio:

É quando uma imagem está equilibrada, ou seja, tem equilíbrio gráfico, quando todos os elementos que a compõe estão organizados de tal forma que nada é enfatizado, todos passando uma sensação de equilíbrio visual.


Contraste:

O contraste é a diferença de propriedades visuais que faz com que um objecto ou a sua representação em uma imagem distinguível de outros objectos e o fundo. Na percepção visual o mundo real, o contraste é determinado pela diferença de cor e brilho do objecto e objectos dentro do campo mesmo de vista.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Anatomia da mensagem visual



Expressamos e recebemos mensagens visuais entre três níveis:

O representacional: aquilo que vemos e identificamos com base no meio ambiente e na experiência;

O abstracto: a qualidade cinestésica de um facto visual reduzido a seus componentes visuais, básicos e elementares, destacar os meios mais directos, emocionais e mesmo primitivos da criação da mensagem.

O simbólico: o vasto universo de sistemas de símbolos codificados que o homem criou arbitrariamente e ao qual atribui significados.

Todos esses níveis de resgate de informações interligados e se sobrepõem, mas é possível estabelecer distinções suficientes entre eles, de modo que possam ser analisados tanto em termos de seu valor como táctica potencial para a criação de mensagens quanto em termos de sua qualidade em processo de visão.



Alfabeto Visual ( carácter e conteúdo)


Alfabeto visual:

são os Elementos Básicos de Comunicação Visual

Linguagens:
  • Alfabeto visual
  • Signo, marca, sinal
  • Ponto
  • Linha
  • Proporção
  • Superfície e textura
  • Cores
  • Luz, sombra, volume
  • Espaço
  • Perspectiva

A evolução da linguagem escrita começou coma as imagens e só depois do fonetismo é que veio o alfabeto.









quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Módulo 1 - O modernismo- a comunicação Universal - a aldeia global



Aldeia global foi criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan.
Marshall McLuhan foi o primeiro filósofo das transformações sociais provocadas pela revolução tecnológica do computador e das telecomunicações. Como paradigma da aldeia global, ele elegeu a televisão, um meio de comunicação de massa em nível internacional, que começava a ser integrado via satélite. Esqueceu, no entanto, que as formas de comunicação da aldeia são essencialmente bidireccionais e entre dois indivíduos. Somente agora, com o celular e a internet é que o conceito começa a se concretizar.
O princípio que preside a este conceito é o de um mundo interligado, com estreitas relações económicas, políticas e sociais, fruto da evolução das Tecnologias da informação e da Comunicação , particularmente da World Wide Web, diminuidoras das distâncias e das incompreensões entre as pessoas e promotor da emergência de uma consciência global interplanetária, pelo menos em teoria.



Marshall McLuhan