Difusor:
Dispositivo que difunde, espalha ou distribui luz de alguma forma, para tornar as iluminações mais suaves.
Também se designa por ser uma tela ou folha de gelatina colocada sobre uma fonte de luz para suaviza-la, eliminando sombras pronunciadas causadas pela iluminação não difusa. A gelatina é afixada com prendedores à frente do reflector ou então suspensa, presa em um tripé, também à frente do reflector. A tela pode ser colocada em posições mais distantes da fonte de luz, o que torna o seu efeito suavizador, mais intenso: quanto mais longe do reflector a mesma for colocada, mais difusa a luz se tornará. No entanto, distâncias maiores exigem telas de dimensões maiores.
sábado, 17 de abril de 2010
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Equipamentos de iluminação- Tipo de reflectores
Tipologias de luz: Dura e Suave
Luz Dura:
Produz sombras bem definidas, com a transição entre a sombra e a parte iluminada bem demarcada. Esta tem os feixes luminosos em uma mesma direcção.
Luz Suave:
Produz sombras desfocadas, indefinidas, com transição entre o claro e o escuro pouco desmarcada. Esta é difusa e não direccional pois os seus feixes luminosos propagam.se em diferentes direcções.
Tipos de reflectores de luz dura:
Follow - Spot:
Possuí um sistema óptico, complexo e sofisticado. A lâmpada acondicionada próximo à superfície reflectida côncava tem como ponto de partida uma luz com feixes já dirigidos. Estes passam por um diafragma para controlar a intensidade luminosa e o foco. O seu feixe é extremamente concentrado, de longo alcance e direccional. O efeito da luz provoca um forte impacto gerando uma sensação dinâmica de alta dramaticidade. Também permite o movimento da personagem em destaque.
Reflector elipsoidal:
Os seus feixes luminosos são concentrados. Tem a transição entre claro e escuro desmarcado. A sua actuação é de longo alcance e provoca forte impacto pelo efeito luminoso que gera.
Os seus feixes luminosos são concentrados. Tem a transição entre claro e escuro desmarcado. A sua actuação é de longo alcance e provoca forte impacto pelo efeito luminoso que gera.
Reflector spot - Fresnel:
Este foi o último a possuir um sistema óptico, complexo e sofisticado. A sua luz é menos concentrada. Possui um mecanismo de foco que permite aproximar e distanciar a lâmpada em relação à lente, o que resulta em concentrar o feixe luminoso. Tem um grande uso, sendo bastante versátil. Este é mais utilizado em estúdios de televisão.
Este foi o último a possuir um sistema óptico, complexo e sofisticado. A sua luz é menos concentrada. Possui um mecanismo de foco que permite aproximar e distanciar a lâmpada em relação à lente, o que resulta em concentrar o feixe luminoso. Tem um grande uso, sendo bastante versátil. Este é mais utilizado em estúdios de televisão.
Tipos de reflectores de luz suave:
Estes não possuem lentes e o sistema óptico é mais simples.
Reflectores Fill-Light :
Possuem sistema óptico, simples e de pouca actuação. Não contém lentes portanto torna-se fácil de transportar e utilizar fora do estúdio. O feixe luminoso é direccional. Gera sombras com transição entre o claro e o escuro, bastantes suaves.
Reflectores scoopy:
O feixe de luz é bastante aberto e o controle de foco tem pouca actuação. Permite aproveitar o fluxo luminoso da lâmpada. Equipamento de fácil manuseio. Foi o último reflector da série suave. A sombra gerada pelo scoopy é indefinida, pouco precisa, a transição entre o claro e o escuro é pouco percebida. Excelente equipamento para iluminar grandes áreas, assim não exige delimitações precisas.
Estes não possuem lentes e o sistema óptico é mais simples.
Reflectores Fill-Light :
Possuem sistema óptico, simples e de pouca actuação. Não contém lentes portanto torna-se fácil de transportar e utilizar fora do estúdio. O feixe luminoso é direccional. Gera sombras com transição entre o claro e o escuro, bastantes suaves.
Reflectores scoopy:
O feixe de luz é bastante aberto e o controle de foco tem pouca actuação. Permite aproveitar o fluxo luminoso da lâmpada. Equipamento de fácil manuseio. Foi o último reflector da série suave. A sombra gerada pelo scoopy é indefinida, pouco precisa, a transição entre o claro e o escuro é pouco percebida. Excelente equipamento para iluminar grandes áreas, assim não exige delimitações precisas.
Reflectores Mini-Light:
é pequeno, leve, fácil manipulação, não possui mecanismos ópticos nem lentes sendo rectangular. A luz é pouco concentrada gerando sombras suaves. Permite uma área de cobertura menor. Excelente equipamento para iluminação de ciclo-ramas.
Reflectores Soft-Light:
As sombras geradas não são muito percebidas. O feixe luminoso é indirecto, pouco concentrado e não direccional. Tem pouco alcance e pequena área de cobertura.
é pequeno, leve, fácil manipulação, não possui mecanismos ópticos nem lentes sendo rectangular. A luz é pouco concentrada gerando sombras suaves. Permite uma área de cobertura menor. Excelente equipamento para iluminação de ciclo-ramas.

Reflectores Soft-Light:
As sombras geradas não são muito percebidas. O feixe luminoso é indirecto, pouco concentrado e não direccional. Tem pouco alcance e pequena área de cobertura.
Equipamentos de iluminação
A luz na fotografia é essencial, não só para que o processo aconteça, como também para criar climas, volumes e texturas. Na luz natural, o horário definirá a inclinação dos raios luminosos em relação ao objecto fotografado e dela resultará um determinado efeito. Com a iluminação artificial de um estúdio fotográfico, o efeito desejado dependerá do posicionamento das diversas fontes de luz e do equilíbrio entre elas. Vou falar um pouco sobre como podemos criar e trabalhar essas fontes de luz.
Adição da luz- a temperatura da cor
Temperatura da cor:
Medida de qualidade de cor. Esta permite-nos uma perfeita reprodução cromática que é possível aplicar todas as fontes de iluminação. A tonalidade da luz que irradia as fontes de iluminação se conhece pela sua temperatura de cor.
A cor que percebemos depende da temperatura de cor das fontes de iluminação que iluminam a cena observada. Quanto mais elevada é a temperatura de cor de uma luz, maior percentagem de azuis terá. As luzes de baixa temperatura, pelo contrário terão uma alta percentagem de radiações vermelhas.
A temperatura de cor também expressa a aparência de cor de luz emitida pela fonte de luz. A sua unidade de medida é o Kelvin(K). Quanto mais alta a temperatura de cor, mais claraé a tonalidade de cor da luz. Quando falamos em luz quente e fria, não estamos a referimos-nos ao calor físico da lâmpada, mas sim à tonalidade de cor que ela apresenta ao ambiente. Luz com tonalidade de cor mais suave torna-se mais relaxante, luz mais clara torna-se mais estimulante.
Normalmente utilizamos variadas fontes capazes de produzir luz. A listagem seguinte corresponde as que se utilizam com regularidade nos trabalhos de vídeo e televisão.
Luz de um dia nublado 6.000/7000 ºK
Luz de um dia com o céu limpo 5.500 º K
Luz incandescente de halogéneo 3200 ºK
Luz incandescente doméstica 2000 ºK
Adição da luz - Luz artificial
A principal desvantagem deste tipo de luz prende-se com a dificuldade de iluminar grandes espaços que exigem um enorme potencial eléctrico. Um outro problema é a incompatibilidade com as diversas fontes de luz pelas diferenças de temperatura de cor. Mesmo com estas dificuldades os operadores de imagem muitas vezes preferem a luz artificial, conseguem controlar melhor todos os parâmetros que intervém na iluminação de um objecto: a potência luminosa, a suavidade ou dureza da luz, o controlo da luz e das sombras, a direcção do foco luminoso, temperatura de cor e a filtragem.
A luz é a radiação electromagnética capaz de ser percebida pelo olho nu., cujo comprimento varia aproximadamente 370 a 800 nms, e que se propaga a uma velocidade de 299. 972 km/ Seg. Muitas vezes essa luz é obtida de maneira artificial. Essa possibilidade permitiu um grande avanço no design visual externo e interno da arquitectura.
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